IA para o
jurídico, com
profundidade
01Renata Ferreira · Idealizadora do Trâmite · 20 anos no mundo jurídico · DPO certificada
02Jonatan Potrikus · Co-founder do Trâmite · arquiteto de software há 15+ anos · Founder da Hélice Tech
O workshop é mensal. A data da próxima edição é anunciada primeiro na Comunidade Trâmite — junto com o lote inicial e o bônus da turma.
- Data
- em breve
- Horário
- —
- Formato
- Online
- Duração
- —
Toda edição inclui gravação por 30 dias e o material do método C.R.E.D.O. em PDF. A agenda evolui a cada turma — o mercado muda rápido demais pra repetir slide.
Quem já aprendeu com a gente.Nas palavras de cada um.
Ainda decidindo? Entra no grupo — método, avisos de turma e benefícios reservados. Sem pagar nada.
IA no jurídico deixoude ser opcional
A pergunta deixou de ser “devo usar IA?”. Hoje é “sei o que estou fazendo?” — e quem demora a responder, paga o preço.
- 01O Judiciário
O próprio Judiciário já usa IA no seu sistema.
CNJ, STF, STJ e tribunais estaduais aplicam IA em triagem, classificação e análise de processos. Não é um movimento que vai chegar — já chegou e está dentro do PJe que você abre todo dia.
- 02Jurisprudência
Já há precedentes reconhecendo o uso consciente.
Decisões recentes admitem IA como ferramenta legítima na prática advocatícia, desde que com supervisão técnica, revisão humana e respeito à LGPD. O caminho está pavimentado para quem souber usar.
- 03Sanções
E há precedentes punindo o uso amador.
Em 2026, o caso de advogadas condenadas por petições contaminadas via prompt injection (instruções maliciosas) ainda é o exemplo mais recente. Multa, sanção da OAB, dano à carreira. Não é hipótese — é coisa registrada em acórdão.
Para quem este workshop é.E para quem não é.
Esse recorte é honesto — com você, com o grupo e com o método. Se o perfil não bater, melhor saber antes de comprar.
- Advogados e advogadas autônomos, pequenas bancas e escritórios estabelecidos querendo subir de patamar técnico.
- Quem quer analisar peças com mais profundidade e em menos tempo.
- Quem já usa IA mas sente que está "no escuro" sobre o que está fazendo.
- Quem quer ver como outros profissionais já estão aplicando IA em escritórios reais — não em teoria.
- Quem se assustou com casos recentes de uso indevido e quer entender como se proteger.
- Quem busca prompts prontos sem entender por que funcionam.
- Quem quer atalhos para pular revisão técnica e ética.
- Quem acredita que IA é "moda" que vai passar.
O que o mercado lançoue o que um advogado já montou.
Quatro blocos: o radar do mês, os fundamentos que separam um chat de um agente e, nos dois últimos, Kirk Lauschner abrindo o próprio escritório e indo do prazo à petição ao vivo, com a sala acompanhando.
Radar do mês.
O que saiu de IA no mês e muda algo para a advocacia.
Antes de qualquer conceito, o que aconteceu. A abertura passa pelas notícias de IA do mês filtradas pelo que muda a rotina do escritório, cada uma com a fonte primária na tela: a decisão, o ato, o anúncio. Notícia sem fonte não entra.
- Tribunais: decisões sobre uso de IA em peças, incluindo sanções por citação inexistente.
- Governança: atos e recomendações de Tribunais, CNJ e OAB sobre uso de IA.
- Lançamentos: o que saiu no mês e o que cada um muda, de fato, na rotina do escritório.
Do chat ao agente.
Chat responde. Agente executa, e o erro deixa de ser texto e vira ação.
Entre agosto e outubro de 2026, três empresas lançaram agentes que seguem trabalhando sem esperar a próxima pergunta: o Grok Bot, da SpaceXAI (antiga xAI), em beta desde 11/08; os dots, da OpenAI, anunciados em 29/09; e o Claude Duet, da Anthropic, em prévia de pesquisa desde 21/10. O bloco abre os conceitos que separam um chat de um agente e mostra o que cada um faz sozinho, o que pergunta antes e o que isso exige de acesso aos dados do escritório.
- Ferramentas, permissões e memória: o que muda quando a IA trabalha em segundo plano.
- Aprovação humana como desenho: quem decide, e por escrito, o que o agente pode fazer sem perguntar.
- Instrução escondida (prompt injection): o risco que cresce quando o agente lê e-mail, site e documento de terceiros.
- Sigilo e LGPD: que acesso cada agente pede (e-mail, agenda, senhas, arquivos) e o que isso significa para o escritório.
O escritório por dentro.
O agente montado com regras próprias, num escritório previdenciário de verdade.
Kirk trabalha sozinho, com o Claude Code como agente principal e outras IAs como conferentes, e abre a estrutura como ela está hoje. É o retrato de um escritório, não um modelo a copiar: o que interessa é ver como regras escritas, conferência entre IAs e revisão do advogado se combinam na rotina.
- Do chat ao agente: a IA instalada no computador, recebendo tarefas em vez de perguntas.
- O arquivo mestre: as regras que a IA segue em toda sessão, cada uma nascida de um erro.
- A rotina das 8h: a IA lê o Diário Oficial e aponta o que pede ação, sempre com conferência do advogado.
- A equipe de IAs: quem redige, quem confere como segundo advogado, quem ataca a peça no papel do procurador do INSS.
Do prazo à petição.
A estrutura funcionando, com a sala acompanhando.
Do prazo do dia à petição pronta, ao vivo, com caso fictício e nenhum dado de cliente na tela. No caminho, o que muda quando a peça também é lida por máquina, e o atalho que não se usa de jeito nenhum.
- Escrever para a IA ler: peça clara e bem estruturada serve ao leitor humano e às ferramentas de IA usadas nos Tribunais.
- O comando escondido na petição: por que é a linha que não se cruza. Tratado como risco a reconhecer e evitar, não como técnica.
- Uma IA no papel do juiz: testar a peça antes de protocolar.
- Conversa com a sala: petição curta ou petição de 30 laudas?
O workshop segue os mesmos critérios que ensina.
- Nenhum dado, documento ou credencial de cliente aparece na tela: a demonstração usa caso fictício ou anonimizado.
- Acesso a sistemas é mostrado pelo caminho institucional, como a procuração eletrônica, nunca por senha compartilhada de cliente.
- O comando escondido na petição é tratado como risco a reconhecer e evitar, não como técnica.
- Prazos e alertas gerados por IA são apresentados como sugestão que exige conferência do advogado.
- Nenhuma ferramenta é apresentada como livre de erro, e toda norma ou decisão citada tem fonte primária.
- Nenhuma promessa de resultado.
Direito profundo encontrandotecnologia profunda.
Conteúdo de IA jurídica costuma ser tratado por um lado só — ou pela ótica do direito, ou pela ótica da tecnologia. Aqui as duas práticas se encontram em produção: 20 anos de vivência jurídica ao lado de 15 anos de engenharia de sistemas críticos.

Renata Ferreira
Com 20 anos de vivência no mundo jurídico, é a idealizadora do Trâmite, plataforma de inteligência operacional para departamentos jurídicos. Antes do produto, construiu a tese na prática: direito do trabalho, proteção de dados, direito bancário, execução, cobrança e extrajudicial.
DPO certificada (ITCERTS e Tiexames) e Auditora de Privacidade, com pós-graduação em LGPD (Legale Educacional e Faculdade Legale) e em Direito Notarial e Registral (LFG). Formação pela Escola da Magistratura Estadual (ESMESC, Florianópolis) e pela Escola da Magistratura Trabalhista (AMATRA, UNESC).
Antes da advocacia, passou pelo departamento pessoal, RH e coordenação de cartório — a bagagem operacional que hoje define o Trâmite. Foi conselheira e vice-presidente da Comissão de Direito do Consumidor da Subseção de Criciúma da OAB/SC (2025). Conduz a camada jurídica da parceria: capacitação, governança e aderência às normas da OAB, do CNJ e à LGPD.

Jonatan Potrikus
Founder e CTO da Hélice Tecnologia — e cofundador do Trâmite. Arquiteto de software com mais de 15 anos em sistemas críticos, atua de ponta a ponta: arquitetura, backend, frontend, mobile e DevOps. Usa IA na prática desde 2014.
Bacharel em Sistemas de Informação pela Escola Superior de Criciúma. Lidera times de engenharia em ambientes de alta complexidade técnica e regulatória — já desenvolveu soluções para fintechs, previdência privada, legal tech e IoT, e hoje arquiteta a infraestrutura que sustenta produtos de saúde e jurídico.
Sua especialidade é DevSecOps: o cruzamento entre engenharia de software, segurança e governança que define como o Trâmite e a Hélice Tech são construídos por dentro. No workshop, traz a perspectiva de quem desenha a infraestrutura que sustenta a LGPD na prática — onde o dado vive, como ele é tratado, e o que separa um sistema seguro de um passivo silencioso.
O workshop é mensal.Esta é a lista que cresce.
Cada turma tem agenda própria — o conteúdo acompanha o mercado, que muda rápido. O que não muda é o critério: nada entra sem ser demonstrado ao vivo.
Novidades de IA filtradas pelo que muda o dia do escritório, análise de processos volumosos no NotebookLM e criação de skills de contrato no Claude — com rodada aberta de perguntas e sorteio de 1 mês de Claude ao vivo.
Método C.R.E.D.O., agentes jurídicos construídos ao vivo e o case real do Kirk Lauschner (advogado solo). Mão na massa no Claude e no NotebookLM.
4 horas ao vivo sobre onde a IA pode entrar no escritório — e onde ela não pode. Bônus de agente personalizado para as 50 primeiras inscrições.
Ver como foiO que perguntam antes.Respondido sem rodeio.
Preciso ter conta paga em alguma ferramenta de IA?
Não para acompanhar. Algumas ferramentas mostradas ao vivo, como os agentes e o Claude Code, são de planos pagos: o workshop dá o critério pra decidir se e quando vale assinar, e não exige que você assine nada antes.
Sou iniciante em IA. Vou conseguir acompanhar?
Sim. O workshop começa pela fundação conceitual e avança progressivamente. Quem nunca usou IA antes entende o caminho. Quem já usa há tempo descobre camadas que ainda não tinha visto.
E se eu não puder assistir ao vivo?
A gravação fica disponível por 30 dias após o evento, para você revisar no seu ritmo. Mas o ao vivo tem Q&A — quem participa sai com as próprias dúvidas respondidas.
O workshop é gravado ou ao vivo?
Ao vivo, via Zoom. As demonstrações acontecem na hora, não é conteúdo pré-produzido. E com caso fictício ou anonimizado: nenhum dado de cliente aparece na tela.
Quantas edições já rolaram?
A primeira turma aconteceu no sábado 30 de maio de 2026. A partir de agora o workshop é mensal — cada edição evolui a agenda conforme o mercado e as ferramentas mudam.
O que rola na comunidade exatamente?
Atualizações do método C.R.E.D.O., anúncios antecipados de próximas edições, descobertas técnicas (modelos novos, regulação, jurisprudência), e benefícios reservados (descontos, brindes, prioridades). Sem spam, sem corrente. Você pode sair a qualquer momento.
Não termina no sábado
Inscritos e curiosos entram na comunidade exclusiva do Trâmite — um grupo no WhatsApp onde compartilhamos novidades, atualizações de método, descobertas técnicas e benefícios reservados para quem está dentro.
Você pode passar os próximos meses pulando de curso em curso, somando PDF em cima de PDF, tentando alcançar o que muda toda semana.
Ou pode entrar direto na fonte — gastar tempo no estratégico, não no operacional infinito de quem corre atrás.
- Avisos antecipados de novos workshops e turmas
- Atualizações do método C.R.E.D.O. em tempo real
- Descobertas técnicas (modelos novos, regulação, jurisprudência)
- Benefícios reservados — descontos, brindes e prioridades
Entre na comunidade Trâmite.
Sem spam, sem corrente. Só conteúdo do método, novidades de workshops e benefícios pra quem está dentro.
Entrar no grupoA próxima tem data.Você vai saber primeiro.
A data da próxima edição sai primeiro na comunidade, junto com o lote inicial e o bônus da turma. Sem spam — você sai quando quiser.






